Esperança

Bom dia, Helena, hoje acordei um pouco mais leve, mesmo que a vida siga em urgências. A dor está passando, o feriado chegou e estou quase conseguindo respirar novamente, um pouco de esperança na expectativa de aconchego e afeto. Um amigo muito querido e muito, muito inteligente me falou que precisamos guardar o pessimismo para dias melhores, o que soa quase impossível quando se vive o apocalipse. Como manter viva a crença de que vamos sobreviver e, olha só que ousadia, de que vamos viver finalmente aquela vida que ficou em suspenso? Eu penso nisso, todos os dias, exasuta desse cinza, dessa inércia, desse cansaço. Mas eu sigo dizendo que vai dar tudo certo, entendendo que sobrevivi a 100% dos meus piores dias, até quando não. Minha esperança é assim, meio contida, meio tímida, mas sempre presente na espera dos dias melhores. Sigo esperando. Sigo te esperando.

“A ruína não nos dá medo. Sabemos que não vamos herdar nada mais que ruínas. Porque a burguesia tratará de arruinar o mundo na última fase da sua história. Porém, nós não tememos as ruínas, porque levamos um mundo novo em nossos corações. Esse mundo está crescendo nesse momento”. Buenaventura Durruti

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