Zorba

Sexta-feira, nada faz sentido a não ser a vontade de abrir um vinho. Eu fui uma cinéfila promissora, hoje só assisto a séries ruins e programas infantis, mas houve essa vez em que decidimos ver Zorba, o grego, eu e minha irmã, ansiosas pela clássica cena da dança na praia, aquela música maravilhosa. Demoramos uma semana, não chegava nunca, durou 2 minutos, foi muito frustrante. Minha vida sempre foi essa comédia pastelão, um tanto de ridículo, outro tanto de drama, mezzo John Hughes mezzo Lars Von Trier (odeio com força, mas meu roteirista aqui parece apreciar). Teve também a vez que eu decidi fazer trufas na manteiga, ouvi a receita no programa no Ronnie Von, derreti o chocolate, embanhado na manteiga, aquele sebo todo, óbvio que só descobri que o ingrediente era um cogumelo caríssimo depois de ter destruído toda a receita. Minha mãe adorava contar essa história em prosa e verso. Bateu até uma saudade, aparentemente fracassar no século passado era muito mais divertido.

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